Counter-Strike, Rainbow Six, League of Legends, Smite, CrossFire… Talvez você nunca tenha ouvido esses termos ou, se já escutou por aí, não tenha a mínima ideia do que se trata de fato. Mas é fácil de explicar: todos são títulos de jogos eletrônicos que reúnem milhares de aficionados Brasil afora.

Se antes o campo virtual era dominado pelos homens, hoje as mulheres ocupam um espaço de destaque no meio dos jogos digitais. Pelo terceiro ano consecutivo, a Pesquisa Game Brasil (PGB) revelou que elas representam 58,9% dos gamers no país.PUBLICIDADE

– Com o passar do tempo, os jogos se adequaram com títulos mais diversos, que atendem todos os gostos e idades. As mulheres passaram a integrar equipes de desenvolvedoras, de designers, de criação mesmo. Não é tudo pensado para os homens. O próprio marketing era voltado ao público masculino, no estilo das propagandas de cerveja de algum tempo atrás – avalia Marcelo Tavares, CEO da Brasil Game Show (BGS), uma das maiores feiras de games da América Latina.

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